Brasil é o primeiro mercado de caminhões da Volvo Trucks no mundo
Marca histórica
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A Volvo Financial Services Brasil, o braço da Volvo na área de financiamentos, seguros e consórcio, registrou o melhor ano de sua história em 2009, encerrando o exercício com uma carteira de R$ 2,4 bilhões, 41% a mais que o resultado de R$ 1,7 bilhão obtido em 2008. Esta marca mostra o quanto somos especializados e comprometidos com o transporte e os nossos clientes, declara Adriano Merigli, diretor-presidente da Volvo Financial Services Brasil.
Mesmo diante de um cenário global de grande recessão, a Volvo Bus Latin America obteve resultados favoráveis, alcançando 11% de market share no segmento de ônibus pesados no Brasil. é a terceira elevação sucessiva no País. Na área externa, a divisão de ônibus também teve bons resultados, aumentando de 19% para 25% a sua participação de mercado. Isto é fruto da grande qualidade de nossos produtos e da expansão da oferta de nossa linha de chassis, observa Per Gabell, presidente da Volvo Bus Latin America.
Programas de manutenção
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| Reinaldo Serafim |
A área de pós-venda também teve um excelente ano. A comercialização dos programas de manutenção expandiu-se 50%. A cada dez veículos vendidos, pelo menos cinco saíram com alguma modalidade de contrato de manutenção, diz Luis Pimenta, gerente de pós-venda da Volvo do Brasil.
Outro fator que demonstra o grande sucesso dos veículos da marca é a linha VM. Fabricada no Brasil a partir de 2006, já se consolidou no mercado brasileiro. Conforto, baixo consumo de combustível e durabilidade são os aspectos da linha VM que se diferenciam dos demais veículos da categoria. O VM transformou-se numa referência nesta classe de caminhões, afirma Reinaldo Serafim, gerente de caminhões da linha VM.
Sediada em Curitiba, no Paraná, a Volvo produz caminhões, ônibus e equipamentos de construção e comercializa motores marítimos e industriais. No Brasil desde 1977, a empresa é a base da marca na América do Sul. O sucesso de nossos veículos é fruto também dos contínuos investimentos que temos feito nos últimos anos no Brasil, para renovar e ampliar as linhas de produtos e melhorar o nosso parque fabril, afirma Sérgio Gomes, gerente de planejamento estratégico.
Pedidos com caixa eletrônica I-Shift já chegam a 60%
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| Bernardo Fedalto Jr |
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O número de pedidos de caminhões Volvo com caixa eletrônica I-Shift já chega a 60% este ano. A caixa de cmbio I-Shift não tem pedal de embreagem e o motorista só usa as alavancas de aceleração e de freio. Quando foi lançada, em 2006, junto com a nova linha F de caminhões, a I-Shift representava apenas 3 a 4% das vendas de veículos desta categoria.
O mercado é sábio e soube entender as grandes vantagens deste equipamento, afirma Bernardo Fedalto Jr., gerente de caminhões da linha F. Ele lembra que caminhões equipados com esta caixa de cmbio demonstram que o transportador tem uma redução de seu custo operacional. Há uma substancial diminuição do consumo de combustível, de cerca de 3% em relação à veículos equipados com caixa de cmbio manuais, afirma Sérgio Gomes, gerente de planejamento estratégico da Volvo do Brasil.
Na média, o diesel representa cerca de 50% da planilha de custos do transportador. A caixa I-Shift é reconhecida pela grande economia de combustível que proporciona, diz o gerente. No ano passado, a participação da caixa de cmbio eletrônica da Volvo na linha de caminhões da marca alcançou 40%.
Outro benefício é que o veículo com a I-Shift sai equipado de fábrica com freios ABS. é mais segurança para o transporte, observa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil, destacando ainda outra vantagem: a caixa eletrônica Volvo promove menor impacto no trem-de-força, uma vez que não há esforço durante a troca de marchas. A nova geração de caixas I-Shift, lançada em 2006, pode ser usada para aplicações de altíssima capacidade, como bitrens e rodotrens.
Volvo Financial Services Brasil recebe aporte de recursos e tem melhor ano de sua história
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| Adriano Merigli |
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A Volvo Financial Services Brasil, o braço financeiro da marca no País, encerrou o último exercício com uma carteira de R$ 2,4 bilhões, 41% a mais que o R$ 1,7 bilhão obtido em 2008. é o maior resultado da divisão em toda a sua história. Esta marca mostra o quanto somos especializados e comprometidos com os nossos clientes e com o setor de transporte brasileiro, declara Adriano Merigli, diretor-presidente da Volvo Financial Services Brasil.
Como resultado de seu bom desempenho no Brasil, a Volvo Financial Services acaba de receber um aporte de recursos da ordem de R$ 90 milhões do Grupo Volvo. O valor será direcionado para aumentar o volume de financiamentos dos produtos da marca no País.
Além de financiamentos, a VFS é responsável também pelas áreas de seguros e consórcio dos veículos da marca. Sua participação nos negócios de caminhões vem crescendo gradativamente. No ano passado, 44% de todas as vendas de caminhões feitas pela empresa foram financiadas pelo banco Volvo, oito pontos percentuais a mais que os 36% registrados em 2008.
é também um recorde histórico, resultado da presença da Volvo Financial Services no mercado em todos os momentos da economia. Nosso trabalho é exclusivamente atender os clientes Volvo, com a oferta de alternativas adequadas para cada transportador, seja autônomo ou frotista, afirma Merigli.
Um exemplo disso é que, no ano passado, a Volvo Financial Services Brasil foi o único banco a financiar caminhões usados pelo programa PSI do BNDES. O volume de crédito disponibilizado pelo BNDES foi muito importante para garantir os financiamentos, diz o diretor-presidente do banco. Boa parte dos recursos foi destinada a pessoas físicas e pequenas empresas. Dos cerca de R$ 80 milhões financiados de agosto a dezembro de 2009, na modalidade Pró-Caminhoneiro, aproximadamente 85% foram para clientes autônomos ou pessoas físicas, finaliza Merigli.
Volvo Buses Latin America ganha market share mesmo com mercado em queda
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| Per Gabell |
A Volvo Bus Latin America atingiu um market share total de 11% no segmento de ônibus pesados em 2009, mesmo num ano marcado pela queda no mercado total. é a terceira vez consecutiva que a divisão de ônibus da Volvo aumenta sua participação de mercado no Brasil.
Apesar do cenário global de grande recessão, a Volvo Bus Latin America obteve resultados favoráveis. Os números positivos são fruto do aumento gradativo de nossa oferta de produtos, feito nos últimos. Hoje temos chassis de ônibus pesados para todos os segmentos - convencionais, articulados e biarticulados, declara Per Gabell, presidente da Volvo Bus Latin America.
Na área externa, a divisão de ônibus também teve bons resultados, aumentando de 19% para 25% a sua participação de mercado. Os chassis Volvo são a grande maioria das frotas de todos os sistemas organizados de transporte coletivo urbano, os chamados BRTs (Bus Rapid Transit), observa Gabell, referindo-se ao Transmilenio, de Bogotá, capital da Colômbia, e do Transantiago, de Santiago do Chile. No ano passado, a Volvo Bus Latin America comercializou 277 chassis no Brasil e exportou 430 unidades.
Cerca de 50% dos caminhões Volvo já saem de fábrica com programas de manutenção
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| Luis Pimenta |
A área de pós-venda da Volvo terminou 2009 com um recorde histórico: cerca de 50% dos caminhões da marca já saem da fábrica com algum tipo de programa de manutenção. Esta evolução mostra como o transportador está valorizando o custo por quilômetro, transformando custos variáveis em custos fixos e melhorando a rentabilidade de sua operação, declara Luis Pimenta, gerente de pós-venda da Volvo do Brasil.
Em 2004 apenas 24% dos veículos saiam da fábrica com algum contrato, menos da metade do índice atual. Essa marca atingida pela Volvo do Brasil já é referência em outros mercados onde a montadora atua, inclusive em países desenvolvidos.
A Volvo foi pioneira nesta área, criando o primeiro produto desta natureza em 1996. Desde então já foram mais de 30 mil contratos comercializados. Essa grande experiência nos dá um know-how significativo para atender as expectativas dos nossos clientes. O resultado é essa evolução fantástica dos últimos cinco anos, comenta Pimenta.
Programas de Manutenção são contratos pelos quais a montadora se encarrega de cuidar da manutenção da frota do transportador e possuem diversos tipos de cobertura. Na cobertura Ouro, a mais completa da Volvo e com 1 mil contratos ativos na carteira, o cliente tem toda a manutenção preventiva e corretiva. Outro fato que chama atenção é a evolução do prazo médio dos contratos, de 21 meses em 2007 para 34 meses em 2009.
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Deixando a manutenção com a fábrica, o transportador se concentra naquilo que melhor faz: transporte e logística, observa o gerente. Os programas de manutenção da Volvo estão disponíveis nas categorias Ouro, Prata, Azul, Verde e Branco. O transportador escolhe aquele que mais se adequa à s suas necessidades. O sucesso deste produto é tão grande que hoje a Volvo tem uma carteira de 9 mil contratos ativos e um índice de renovação de mais de 70%.
A Volvo do Brasil vem focando cada vez mais o conceito de custo operacional, pois, segundo Pimenta, há uma tendência de maior profissionalização na gestão do negócio de transportes. A empresa vem promovendo uma série workshops sobre o tema, onde os clientes têm a oportunidade de simular a gestão de uma transportadora, seguindo todos os conceitos de custo operacional.
A questão chave é o custo por quilômetro e o que importa é o quanto o veículo roda ou está disponível, diz o gerente. Para ele, analisar apenas o preço de uma peça não é o melhor caminho, pois deve-se medir o quanto ela de fato custará por quilômetro rodado. Este fato explica também o sucesso dos programas de manutenção, finaliza.








