Mais seguro e confortável
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A Ford apresentou a tecnologia inovadora de cintos de segurança infláveis no mundo, que. Esse novo conceito de cinto de aos ocupantes do banco traseiro em caso de acidente.
Esse sistema avançado de Os cintos de segurança traseiros infláveis serão introduzidos na próxima geração do Ford Explorer, que entra em produção no ano que vem no mercado norte-americano. Futuramente, a marca pretende oferecer essa tecnologia veicular para outros modelos.
Avanços nos métodos construtivos de airbags e cintos de segurança permitiram à Ford e seus fornecedores desenvolver cintos capazes de se inflar sobre o tórax e os ombros do ocupante do veículo em 40 milissegundos após a ocorrência de um impacto.
No uso diário, os cintos infláveis funcionam da mesma forma que os cintos convencionais e também são compatíveis com cadeiras de segurança para crianças. Nas pesquisas feitas pela Ford, mais de 90% das pessoas que testaram os cintos infláveis afirmaram que eles são iguais ou mais confortáveis que os cintos convencionais, por serem mais acolchoados e macios. Esse fator de conforto pode incentivar o uso dos cintos traseiros nos Estados Unidos, que hoje se situa na faixa de 60%, em comparação com os 82% de utilização dos cintos dianteiros, segundo dados do órgão responsável pela administração de segurança viária no país (NHTSA).
"A tecnologia pioneira de cintos de segurança infláveis da Ford aumenta a proteção em caso de acidente. Além disso, como são mais confortáveis também encorajam as pessoas a usá-los", explica Paul Mascarenas, vice-presidente de Engenharia e Desenvolvimento Global de Produto da Ford.
No caso de um impacto frontal ou lateral, o dimetro maior dos cintos infláveis contribui para segurar o ocupante de modo eficiente e na posição correta, reduzindo os riscos de ferimentos. Os sensores de segurança do veículo determinam a severidade da colisão e ativam os airbags dos cintos num piscar de olhos. A bolsa de formato tubular é inflada com gás frio comprimido, liberado por meio da fivela especial, a partir de um cilindro alojado sob o assento.
Dobrada como uma sanfona, a bolsa inflável do cinto se expande lateralmente sobre o corpo do passageiro ao ser preenchida com o ar, na mesma fração de tempo que um carro leva para percorrer a distncia de cerca de um metro, rodando em velocidade de estrada.
O uso de gás frio comprimido em vez da reação química geradora de calor - sistema usado tradicionalmente em airbags - evita que os cintos transmitam calor para o corpo do passageiro. Eles também funcionam com uma pressão menor e a uma velocidade mais lenta que as bolsas infláveis tradicionais, pois o dispositivo não precisa preencher nenhum vazio entre o cinto e o ocupante.
"é um sistema muito simples e lógico, mas exigiu pesquisas e testes exaustivos, durante vários anos, para comprovar a eficácia da tecnologia e garantir o seu desempenho confiável em uma situação de acidente", diz Srini Sundarajan, líder técnico de segurança da área de pesquisa e engenharia avançada da Ford.
O cinto inflável ajuda a distribuir a energia do impacto numa área cinco vezes maior que um cinto tradicional sobre o tórax do passageiro. Assim, aumenta a área de proteção e reduz o risco de ferimentos, além de dar suporte adicional para a cabeça e o pescoço. Após a expansão, o cinto permanece inflado por vários segundos até o ar se dispersar através de seus poros.
Liderança em segurança
Os cintos infláveis estreiam junto com a próxima geração do utilitário esportivo Ford Explorer e são mais uma mostra da liderança da Ford em inovação de segurança. Ela é hoje a fabricante de veículos com o maior número de cotações máximas de segurança nos indicadores do governo norte-americano e do instituto nacional de segurança das seguradoras (Insurance Institute for Highway Safety).
A Ford foi a primeira montadora a introduzir os cintos de segurança, em 1955, e liderou o caminho para que os airbags do motorista e do passageiro da frente se tornassem equipamento padrão na maioria dos veículos a partir de 1993.
Este ano, a Ford introduziu o piloto automático adaptativo com alerta de
colisão e suporte de frenagem auxiliado por radar, além do sistema de informação de ponto cego (BLIS) com alerta de tráfego cruzado (CTA). Estas tecnologias, introduzidas no Ford Taurus e no Fusion 2010 no mercado norte-americano, ajudam o motorista a evitar situações de perigo de colisão, usando o radar para detectar a posição relativa de outros veículos e alertas que combinam avisos sonoros e visuais.
Outras inovações recentes da Ford nessa área incluem o pioneiro sistema BeltMinder, em 2000, que o governo dos Estados Unidos reconheceu como responsável por um aumento de 5% no uso dos cintos de segurança dianteiros nos veículos da marca. Com o Explorer 2002, a Ford lançou os primeiros airbags laterais de cortina ativados por capotamento, assim como a tecnologia "Roll Stability Control", que leva um passo adiante os sistemas de controle de estabilidade tradicionais, ajudando a medir e prevenir derrapagens laterais e situações perigosas capazes de provocar capotamento.
A Ford também introduziu na picape F-150 2009 e no Taurus 2010 um dos primeiros airbags com tecnologia de pressão, que ajuda a expandir as bolsas laterais de modo até 30% mais rápido.
